Debussy versus Schenebel: sobre a emancipação da composição e da análise no Séc. XX

Didier Guigue

Resumo


A análise que Dieter Schenebel fez do prelúdio "Brouillards" de Debussy [Schenebel 1964] é tomada neste artigo como ponto de partida para expor um estudo analítico do pale da sonoridade na articulaçnao dinâmica da estrutura formal de uma obra. Por sonoridade entende-se no presente contexto uma dimensão abstrata da composição. Pretendo esclarece por que meios, nesta obra, a concepção composicional de Debussy implica em uma diluiçnao do poder estruturador normalmente atribuído ao elemento motivo-cromático dentro dos sistemas de articulação das sonoridades.

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OPUS - Revista Eletrônica da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música (ANPPOM)
ISSN 0103-7412 (versão impressa, 1989-2008), ISSN 1517-7017 (versão online, 2009- )