BEETHOVEN - O SIGNIFICANTE IMAGINÁRIO

Maria de Lourdes Sekeff

Resumo


A presente pesquisa objetiva uma aproximação música x psicanálise, considerando nossa condição de falantes dotados de um inconsciente que encontra na  arte, na música,  uma atividade de expressão e produção de sentido. Atentando aos limites impostos por cada uma dessas ciências procura-se refletir o processo de subjetivação, partindo do entendimento de música como alteridade e autonomia, e o processo de criação como auto-realização, relacionado com pulsão e desejo. Justifica-se a pesquisa haja vista que psicanálise e música  lêem o homem em sua vida cotidiana e em seu caminho histórico; ambas são “receptáculo daquele lugar de opacidade intransponível que é o imaginário” (Metz,1980); ambas são infiltradas pelo inconsciente e envolvem expressões e emoções. O suporte teórico é encontrado em Freud e Maynard Solomon. O recorte musical adotado é Beethoven e  a metodologia, bibliográfica e “interpretativa”. Uma das conclusões a que se chega é que, tanto na psicanálise quanto na música, é possível a percepção de uma “outra fala” ampliando os limites da compreensão e experiência humana.

Palavras-chave


Música. Psicanálise.Inconsciente. Pulsão. Criação.

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OPUS - Revista Eletrônica da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música (ANPPOM)
ISSN 0103-7412 (versão impressa, 1989-2008), ISSN 1517-7017 (versão online, 2009- )